28 de novembro de 2016

A TV nunca teve tantos personagens LGBTQ quanto agora

LAVERNE COX ORANGE IS THE NEW BLACK

A gente já falou muito por aqui sobre a desigualdade racial e de gêneros em Hollywood: atrizes e atores negros da TV ganham menos que colegas brancos e têm menos voz na indústria cinematográfica; atrizes falam menos e têm três vezes mais chances de ficarem nuas em cena; filmes com elencos liderados por mulheres tendem a ganhar notas piores de usuários e críticos homens, ainda que produções com boas representações femininas tenham a mesma chance de sucesso. Em resumo, não está sendo fácil. Mas o ano de 2016 trouxe uma boa notícia: ainda que a passos lentos, a representatividade LGBTQ na TV americana tem aumentado.

É o que aponta um estudo conduzido pela GLAAD, organização não-governamental estadunidense que busca ampliar o espaço de representação e a voz da comunidade LGBTQ. A organização monitora de perto a representação de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e queers na mídia – e, no relatório Where we are on TV, faz uma análise da inclusão de personagens diversas na telinha. Realizado anualmente há 21 anos, o relatório desta temporada considera seriados exibidos nos Estados Unidos entre junho de 2016 e maio de 2017 cujos elencos tenham sido anunciados e confirmados pelas emissoras e serviços de streaming. Também entram na conta programas de outros países que sejam exibidos em solo estadunidense.

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