24 de março de 2015

Polícia Civil prende investigado por estupro em Bodó

Policiais civis das Delegacias de Santana do Matos e São Rafael, prenderam Paulo Herôncio Pinheiro (38 anos) acusado de ter praticado vários crimes sexuais contra a sua esposa e contra várias crianças, na zona rural cidade de Bodó. A prisão, efetuada nesta segunda-feira (23), foi em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela comarca de Santana do Matos.

As investigações policiais conduzidas pela delegada Paoulla Maues revelaram que o homem mantinha relações sexuais com a própria esposa, sem o consentimento desta, usando violência. “Testemunhas nos contaram que ela era obrigada a satisfazer o acusado mesmo estando doente e que era agredida com o uso de cipós e pedaços de madeira”, afirmou a delegada. A vítima confirmou que suportou as agressões durante anos, pois algumas pessoas da região diziam que ele não seria punido.

OUTROS CRIMES – Policiais civis, com a ajuda do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Bodó, descobriram que Paulo Herôncio já havia molestado crianças na região. “Há relatos de crianças noticiando que Paulo tentava agarrá-las e acariciá-las "à força", ameaçando-as inclusive, caso as mesmas contassem o fato para alguém”, descreveu a delegada.

Segundo a delegada, a prisão do investigado foi de suma importância para as investigações e para o restabelecimento da paz e ordem no Sítio Cabeço dos Ferreiros, zona rural de Bodó. Além disto, a delegada pontuou que não se poderia aguardar que mais crianças fossem vítimas deste acusado que possui uma perversão de natureza sexual.

“Sabemos que ainda há muitas pessoas para serem ouvidas e muitas outras vítimas a serem desvendadas pela Polícia Civil, o que demandará tempo para que tal procedimento chegue até o final. Estamos diante de um caso complexo, pois as vítimas têm medo de relatar crimes desta natureza”, enfatizou a delegada. Paulo Herôncio Pinheiro está sendo investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, constrangimento ilegal e estupro mediante violência real.

Fonte: Assessoria / Degepol

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