4 de março de 2015

Parque eólico em Areia Branca, RN, passa a atuar com capacidade total

Parque tem capacidade de produzir 400.000 MWh de energia elétrica por ano (Foto: Divulgação/Assessoria Voltalia)
Parque tem capacidade de produzir 400.000 MWh de energia elétrica por ano (Foto: Divulgação/Assessoria Voltalia)

O parque eólico construído em Areia Branca, na Costa Branca potiguar, começou a gerar energia eólica com plena capacidade. São 30 aerogeradores com uma potência unitária de 3.0MW, totalizando 90MW e gerando aproximadamente 400.000 MWh por ano, o suficiente para atender mais de 183 mil famílias.

O parque foi construído pela Voltalia Energia do Brasil, empresa produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis. O primeiro dos três parques do Complexo de Areia Branca foi inaugurado em 24 de outubro de 2014 e está ligado ao sistema nacional de energia, por meio de uma linha de transmissão própria de 52 km, que se conecta a Subestação Mossoró. 

“O parque Eólico de Areia Branca produzirá muito mais que o necessário para atender a demanda de energia da cidade”, afirma Robert Klein, diretor geral da Voltalia Energia do Brasil.

A empresa também está desenvolvendo e construindo novos parques próximos ao município de Areia Branca. No início de 2016, a Voltalia entrará em operação com mais um complexo eólico no município vizinho Serra do Mel, que junto aos parques de Areia Branca irá gerar 183 MW. O complexo eólico de São Miguel do Gostoso, também no Rio Grande do Norte, está em fase final de construção, com 108 MW - a previsão é que entre em operação no segundo trimestre deste ano. A empresa e seus contratados cuidarão da manutenção e do parque eólico no seu conjunto (aerogeradores, estradas de acesso, linhas de transmissão, entre outros).

Desenvolvimento
“Até agora, a Voltalia já venceu leilões eólicos com mais de 400 MW no Rio Grande do Norte, dentro dos quais 300 MW entrarão em operação entre 2015 e o início de 2016. Outros 100 MW serão entregues até 2018” informou Robert. Destaca-se o aumento de oportunidades de emprego, melhoria na infraestrutura derivada da construção e operação, projetos socioambientais e diversificação das atividades econômicas regionais, com a geração de vagas qualificadas.

Há também pagamento referente aos arrendamentos de terras, que é feito diretamente aos proprietários das áreas, representando geração e injeção de renda por, no mínimo, 20 anos. Outros benefícios alcançados graças ao desenvolvimento da produção de energia eólica são a regularização fundiária e as averbações das reservas legais, conforme determina o Código Florestal brasileiro.

Do G1 RN
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